terça-feira, 12 de maio de 2009

10 dicas para quem quer abrir uma franquia

Fonte: Sucesso News

Muita gente sonha em ter o próprio negócio e há vários caminhos para conseguir montar uma empresa. Um deles e que vem crescendo cada vez mais aqui no Brasil, é fazer parte de uma rede de franquias. Em uma franquia você estabelece uma relação com um negócio de sucesso para que possa usar seus sistemas e capitalizar sobre uma marca já existente, para obter um rápido retorno sobre seu investimento. Você está usando o sistema e o nome patenteados da empresa e administrando o negócio sob as regras da mesma.

Tal opção é o sonho de muitos empreendedores brasileiros que optam por um negócio que já tem uma marca consagrada, onde os riscos inerentes são menores, pois já se compra o conhecimento administrativo prévio. Mas, muitos se enganam ao abrir uma franquia ao acharem que esta será uma garantia de sucesso. De acordo com o consultor Wagner D´Almeida, da Global Franchise Consulting, é preciso muita dedicação e empenho para não correr o risco de perder, muitas vezes, as economias de toda uma vida de trabalho. De acordo com sua experiência, o consultor afirma que muitos candidatos a franqueados carregam ‘mitos’. “Alguns acham que todas as franquias são iguais e que, ao abrir uma unidade de determinada marca, certamente ficarão ricos”, adverte. “Acreditam que basta abrir a porta da loja que haverá sempre uma fila de clientes na porta”.

É preciso sim se dedicar ao máximo ao novo negócio, pois mesmo com todas as informações prévias e disseminadas, não há uma fórmula mágica que fará com que a empresa dê certo. As unidades franqueadas vêm crescendo ano a ano, devido à sua expansão através de um sistema de operação já testado. Paralelamente, porém, aumentam os problemas oriundos da má gestão de alguns franqueadores.

D´Almeida ainda ressalta a importância de investir certo para não correr riscos financeiros e nem frustrar-se nos aspectos pessoal e profissional e a reflexão é o primeiro passo para que tudo dê certo. Abaixo ele compartilha dez importantes dicas para quem tem a intenção de abrir uma franquia:

1. Identificar-se com o tipo de negócio – para o consultor, não adianta abrir uma franquia cujos produtos ou serviços não agradam ao futuro franqueado. Não basta uma marca renomada para que tudo dê certo, mas sim, gostar do negócio e ter prazer em fazer parte dele. Nada como a motivação pessoal para chegar ao sucesso.
2. Investir até 70% do seu capital disponível – é prudente reservar 30% do seu investimento para cobrir despesas pessoais. Lembre-se de que, no primeiro ano, é bom provável que sua unidade franqueada não renda o que você necessita para manter seu padrão de vida. E a queda no poder aquisitivo pode gerar, até, conflitos familiares.
3. Checar as franquias existentes no tipo de negócio que você se identifica – procure informar-se quais as marcas disponíveis no mercado; há quanto tempo elas existem; quantos franqueados possuem e se há locais disponíveis para abrir unidades.
4. Conversar com o Franqueador e saber qual a proposta da franquia e os diferenciais em relação às concorrentes – qual é a visão do franqueador da marca que você escolheu investir? Aonde ele pretende chegar? O que ele tem de especial que justifique seu investimento? Antes de entrar para a rede, procure conhecer bem quem ela é. É como um namoro: não case sem conhecer o pretendente.
5. Ler atentamente a Circular de Oferta de Franquia – trata-se de um documento importante e indispensável que deve reunir todas as informações relativas ao negócio. É uma exigência da lei que rege o sistema de franchising brasileiro.
6. Submeter o Contrato de Franquia à apreciação de um advogado – vale a pena consultar um especialista antes de assinar o contrato. No entanto, eleja um profissional que conheça bem o sistema e a lei que o regula.
7. Conversar com os franqueados e checar os resultados que cada um está obtendo e o nível de satisfação com o franqueador – quem está na rede pode auxiliá-lo a amadurecer a escolha por determinada rede. Nada como a experiência. Procure saber, principalmente, como o franqueador lida com a rede no dia-a-dia e se ele realmente trabalha pela marca.
8. Conversar com ex-franqueados – procure informar-se sobre a rede com quem já fez parte dela. É um contraponto que pode ser decisivo na sua seleção.
9. Solicitar do franqueador uma avaliação do ponto comercial – a escolha de um bom ponto comercial é decisivo para o sucesso de um negócio. E nada melhor que a orientação do franqueador, que tem a experiência necessária para apontar o que pode ou não funcionar. Comercialmente, ele também pode ter maior poder de barganha.
10. Fazer um “test-drive”- verifique com a franqueadora se é possível acompanhar, durante um período, o dia a dia de uma unidade franqueada ou própria. Sinta como é a operação a fim de tornar sua escolha ainda mais consciente.

A realização de um sonho pode incluir alguns riscos, mas está em nossas mãos trabalhar preventivamente para que ele não se transforme em um pesadelo, mas sim em um negócio de sucesso. O seu investimento é resultado de suas conquistas, então faça valer à pena!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Artesãos já têm órgão representativo de alcance nacional

Fonte: Agência Sebrae

O artesanato brasileiro ganhou, há pouco tempo, um novo e importante elemento para que o setor finalmente consiga articular seu reconhecimento legal como atividade econômica e para que os artesãos possam enquadrar-se como profissionais no País. No dia 15 de abril passado, durante evento da Rede de Tecnologias Sociais, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, foi fundada a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts).

A criação da entidade representativa em âmbito nacional dos artesãos foi um ato protagonizado pelas federações estaduais dos artesãos do Paraná, Pará, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte e do Distrito Federal. Deonilda Machado, artesã desde a década de 80, atual presidente da Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança (Anav), de Curitiba, e também presidente da Federação dos Artesãos do Paraná, foi escolhida a primeira presidente da Cnarts.

“Hoje, devemos ser 10 milhões de artesãos no País”, calcula Deonilda. Ela revela que virá a Brasília na próxima quarta-feira (13) para registrar a entidade em cartório e começar a acompanhar o andamento do PL 3926/2004 na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Eduardo Valverde (PT/RO), que institui o Estatuto do Artesão. Isabel Gonçalves, presidente da Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos de Pernambuco (Facarpe) estará junto. “Queremos montar um movimento nacional pelo artesão”, complementa Deonilda.

Ela coloca em ordem de prioridade o que pretende realizar como primeira presidente da Cnarts: a regulamentação da profissão do artesão (com carimbo na carteira profissional ou carteira nacional de artesão); a conclusão do Cadastro Nacional de Artesãos, “que está sendo feito lentamente e com muita burocracia pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior” (MDIC); incentivar a formalização de federações de artesãos nos estados que ainda não possuem reconhecimento legal; transferir o tema artesanato do MDIC para o Ministério da Cultura (Minc); garantir acesso à Previdência Social para todos os artesãos, inclusive os que são membros de cooperativas e grupos de produção artesanal.

“Temos muito trabalho pela frente. O Brasil é enorme e difícil de trabalhar”, reflete Deonilda. Ela diz que gostaria muito que o Governo Federal interagisse mais com as associações e cooperativas de artesãos, coisa que não estaria acontecendo, especialmente no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), coordenado pelo MDIC.

“O PAB está inoperante. Temos mais afinidade com o Ministério da Cultura (Minc). Somos mais produtores de cultura do que empresários”, justifica. Deonilda e Isabel informam que no III e IV Congresso Nacional dos Artesãos, realizados respectivamente em março/2006 e setembro/2008, em Brasília, a categoria aprovou e ratificou documento solicitando a transferência do setor do MDIC para o Minc.

"O documento foi entregue ao ministro Gilberto Gil, e depois, ao ministro Juca Ferreira. O artesanato já foi incluído no PAC da Cultura, lançado em 2007 pelo Ministério da Cultura", informa ela. "Agora, só falta o presidente Lula sancionar a lei passando o artesanato do MDIC para o Minc”, acrescenta Isabel.

Com a criação da Cnarts, as duas líderes dos artesãos afirmam que a entidade vai sentar à mesa com o Governo Federal e governos estaduais e lutar por políticas públicas para o artesanato. “O Brasil é considerado um dos maiores produtores de artesanato cultural do mundo”, enfatiza Isabel.

O PL 3926/04, mais conhecido como Estatuto do Artesão, é o melhor que o setor já teve tramitando no Congresso Nacional, mas precisa de ajustes, segundo as duas líderes artesãs. Valverde se baseou no Estatuto do Artesão de Portugal, que por sua vez teria como referência o estatuto italiano. “O contexto brasileiro é diferente da Europa. Aqui artesanato é cultura. Lá toda produção manual em série é considerada artesanato”, esclarece Isabel.

Valorizar a produção artesanal brasileira, definir com clareza o que é artesanato e o que caracteriza o 'industrianato', conseguir acesso a crédito para cooperativas de artesãos e contato direto com fornecedores de matérias primas e insumos e, ainda, organizar o calendário de eventos e feiras de artesanato no País, são outros objetivos da Cnartes. “Atualmente as feiras e eventos de artesanato são muito caros. O metro quadrado só pode ser pago por comerciantes”, observa Deonilda.

Artesãos de fato não conseguem comparecer a esses eventos, a menos que tenham apoio de instituições e projetos para transporte, hospedagem e alimentação. “Se for por conta própria, pode não vender e ficar endividado”, afirma a presidente da Cnarts. “Nosso setor está nas mãos de pessoas que ganham dinheiro em cima do trabalho do artesão, organizam feiras e exportam nossos produtos”, lamenta Isabel.

A posse da primeira diretoria da Cnarts deverá ocorrer na próxima edição do Salão de Turismo ou durante o V Congresso Nacional dos Artesãos (agendado para março de 2010). A decisão está sendo tomada no momento, de acordo com Deonilda. Ambos os eventos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro.

Palestra gratuita: Acesso ao crédito para micro e pequenas empresas


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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Dia das mães lucrativo

Fonte: Empreendedor.com

Uma das datas mais importantes para o varejo no primeiro semestre do ano, o Dia das Mães pede que as empresas realizem uma estratégia de venda especial, com um bom planejamento e com uma equipe bem treinada.

A venda emocional

Como a quantidade de empresas em busca de bons negócios durante esse período será bastante elevada, os profissionais dessa área devem estar preparados para realizar uma venda emocional, que pode ser considerada aquela que não ocorre unicamente em função do menor preço, condições de pagamento e das características do produto e/ou serviço, que são características que definem a outra modalidade, que é a venda transacional.

Enquanto esta tem o seu foco na transação, a outra está focada no significado emocional da compra. Muito mais do que comprar um produto de qualidade e com um bom preço, os filhos esperam adquirir um presente especial que faça a diferença.

Nesta data especial os filhos assumem o papel de clientes e as mães de consumidores. Portanto, você pode se perguntar: “Certo, eu conheço meu consumidor, mas não tenho a menor idéia do que a mãe dele gosta. O que fazer?".

O farejador de oportunidades

É nesse momento que você deve atuar como um farejador de oportunidades, investigando as preferências, estilos e gostos das mães por meio de perguntas. Quanto mais você estimular o cliente a falar, mais informação estará disponível para você apresentar uma solução adequada ao perfil do consumidor final, a mãe.

lembre-se: Informação é poder quando utilizada estrategicamente para oferecer a melhor solução ao cliente.

Beneficiados

Os setores ligados à moda feminina, como roupas, acessórios são mais beneficiados pelo Dia das Mães, onde o foco é a mulher. Porém, isso não significa que outros setores precisem abandonar suas estratégias para alavancar as vendas.

É imprescindível saber que o cliente já sai de casa com a intenção de realizar pelo menos uma compra. Se ele já está disposto a consumir, pode haver melhor momento para conquistá-lo do que esse? As pessoas sempre precisam e desejam alguma coisa: um livro, um tênis, um perfume, entre outros. Apresente seu produto, pois os filhos e maridos que estão na posição de cliente podem virar consumidores.

Datas comemorativas sempre aquecem o comércio. Cabe ao lojista perceber as oportunidades e conquistar cada vez mais clientes!

Você sabe a origem do Dia das Mães?

É muito importante que essa data seja bastante comemorada, já que as mães são responsáveis não só pela nossa existência, como seres humanos, mas pela nossa formação como cidadãos. Grande parte daquilo que conquistamos, ao longo da vida, tanto em projetos pessoais ou profissionais, é fruto do que aprendemos com elas quando éramos ainda crianças. Existem, ainda, aquelas que são mães de criação e que nos prepararam para a vida.

Esse dia especial para muitas famílias teve sua origem no século XX, quando uma jovem americana, chamada Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em profunda depressão. Preocupadas com a situação da amiga, várias meninas se reuniram e decidiram fazer uma festa em homenagem à memória da mãe de Anna. A partir desse momento, a jovem achou que a comemoração deveria ser estendida a todas as mães e, então, em 1914 a data foi oficializada pelo presidente americano Woodrow Wilson. Hoje, a celebração se estende por diversos países do mundo.

Planejamento

No mês que antecede a data, verifique os resultados de cada colaborador, de forma personalizada e do negócio como um todo. Defina metas com todos os membros da equipe, mobilizando-os e dando estímulos para que não só as atinjam, mas que as superem e tenham como foco oferecer a melhor solução aos clientes.

lembre-se de fornecer, constantemente, feedbacks positivos como forma de incentivo e apoio para a correção nas ações do dia-a-dia. Não deixe os planos de ação para a última hora.

Aproveite o Dia das Mães, coloque em prática os seus planos de ação o mais rápido possível!

Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da Up Treinamentos & Consultoria. www.carloscruz.com.br

ADEMP | Newsletter | Ano 01 Edição 03


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Crise aumenta demanda do Dekassegui Empreendedor

Fonte: Agência Sebrae

Em todos os estados que desenvolvem o programa, o Sebrae registrou aumento na demanda; em geral dekasseguis vêm em busca de orientação para criar um negócio

Desde o dia 1º de maio, dois painéis luminosos colocados na área de desembarque do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, próximos à saída da imigração, exibem a seguinte mensagem: ‘Vai abrir o seu próprio negócio? Conte com o apoio do Sebrae’. Junto ao texto aparecem o telefone da central de relacionamento da Instituição (0800-570-0800) e seu endereço na internet (www.sebrae.com.br).

O objetivo da mensagem é mostrar a brasileiros de qualquer procedência, e particularmente aos provenientes do Japão, que pretendam se fixar novamente em seu país de origem que o Sebrae dispõe do conhecimento para os que pensam em empreender.

Ao atingir o Japão, um dos reflexos da crise internacional percebidos no Brasil foi o aumento da demanda nos atendimentos do Programa Dekassegui Empreendedor, desenvolvido pelo Sebrae, BID/Fomin e Associação Brasileira de Dekasseguis (ABD). O programa foi criado para apoiar os jovens brasileiros que viajam ao Japão para trabalhar e, quando regressam, decidem montar sua empresa. O programa existe no Pará, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.

Nos dias 15, 16 e 17 de abril, o Sebrae participará da feira ExpoBusiness, na cidade de Nagoya. O evento deve receber um público de cerca de 15 mil visitantes. O Sebrae promoverá duas palestras com o tema ‘Como Planejar sua Empresa no Brasil’ e realizará atendimentos. “Vamos reforçar a nossa posição de suporte ao dekassegui para que ele monte a sua empresa de forma estruturada e com o planejamento necessário”, explica Silmar Rodrigues, coordenador nacional do programa.

Em São Paulo, estado com maior comunidade nipo-brasileira, o Sebrae/SP estima para este ano um aumento entre 30% a 40% no atendimento por conta da recessão japonesa. Curiosamente, os com menos tempo de Japão são os que efetivamente pensam em abrir sua empresa no Brasil. “Trata-se daqueles que viajaram para ficar poucos anos com o objetivo de economizar para montar um negócio”, conta Milton Fumio, coordenador do Dekassegui Empreendedor em São Paulo.

Milton diz que as pessoas com mais tempo (acima de sete anos no Japão) em geral formam o grupo dos que já pretendem se estabelecer no país oriental. Normalmente voltam ao Brasil porque ficaram com poucos recursos no Japão. “Eles querem um emprego para se manter no Brasil até que a situação lá fora melhore e eles possam ir embora outra vez”, diz Fumio.

Quando um dekassegui vai ao Sebrae/SP para procurar emprego, é encaminhado para entidades parceiras do programa, que pertencem à comunidade nipo-brasileira. Algumas possuem um banco com dados de candidatos a emprego e de empresas que oferecem vagas. Além de atuarem pela empregabilidade, essas organizações promovem capacitações e dão dicas para entrevistas de trabalho.

Nascer Bem

No Mato Grosso do Sul, como em São Paulo, há os que buscam o apoio do Sebrae para abrir uma empresa e aqueles que procuram oportunidade de trabalho. O Dekassegui Empreendedor no Estado registrou este ano crescimento de 60% nos atendimentos face ao cenário de crise econômica internacional.

Jorge Tadeu Veneza, coordenador do Dekassegui pelo Sebrae/MS, diz que em geral os dekasseguis chegam sem perspectivas. O primeiro passo para ajudá-los, conforme Veneza, é recomendar que eles busquem planejar o futuro negócio. “Para isso dispomos do programa ‘Nascer Bem’, para que as empresas surjam estruturadas”, explica.

Jorge informa uma série de ações desenvolvidas junto aos dekasseguis na área comportamental, o que inclui trabalhar a auto-estima desse público, muitas vezes afetada. Outra ferramenta são encontros empresariais, onde os dekasseguis assistem a palestras, fortalecem contatos e presenciam exposições de casos de sucesso nipo-brasileiros. “Esses casos mostram que é possível empreender”, ressalta Jorge Tadeu.

Quando o dekassegui procura o Sebrae/MS em busca de trabalho é encaminhado para órgãos da prefeitura de Campo Grande e do governo estadual especializados nesse tipo de atendimento.

Onde atuar

Daniel Berg, coordenador do Dekassegui Empreendedor no Pará, registra um aumento de cerca de 25% nos atendimentos por conta da crise no Japão. Lá, a maioria dos que procuram o Sebrae/PA pretendem montar um negócio. O problema, segundo Berg, é que grande parte dessas pessoas não sabe exatamente em que área atuar. “A pergunta básica que nos fazem é ‘o que vou fazer?”, relata Daniel.

O coordenador conta que os dekasseguis com este perfil viajaram para o Japão sem um plano de negócios e decidiram voltar ao Brasil para empreender por causa da crise. Berg diz que primeiro acontece todo um trabalho de sensibilização junto a essas pessoas, para que elas tenham noção do que significa virar empresário e digam com que negócio sentem afinidade. “Montar uma empresa exige uma cota de sacrifício físico, psicológico e financeiro. O dekassegui precisa saber disso antes de empreender, pois corre o risco de perder todas as suas economias”, afirma Berg.

Oportunidade

No Paraná, o Programa Dekassegui Empreendedor registrou crescimento na demanda em torno de 30% este ano, formada essencialmente de empreendedores. “Boa parte dessas pessoas viajaram para o Japão já com a idéia de regressar e se tornar empresários. A crise econômica antecipou a volta”, constata Marcos Aurélio Gonçalves, analista do Sebrae/PR.

Marcos Aurélio irá ministrar as palestras em Nagoya para o público dekassegui na ExpoBusiness. A crise econômica, obviamente, não deve ficar de fora da pauta. “Eles precisam estar atentos ao fato de que crises também geram oportunidades e que podem, neste momento difícil, ter uma boa idéia e voltar ao Brasil para criar um negócio”, afirma.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

São Paulo abre inscrições para 2.794 vagas em curso de telemarketing

Fonte: Folha de SP

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, abre nesta quarta-feira as inscrições para preencher 2.794 vagas para o curso gratuito de operador de telemarketing.

Para se cadastrar, é preciso atender aos seguintes requisitos: estar desempregado ou ser beneficiário do seguro desemprego, ter idade igual ou superior a 16 anos, estar cursando ou ter concluído o ensino médio e residir no município de São Paulo.

A carga horária do curso é de 200 horas com aulas de segunda a sexta-feira nos períodos da manhã (7h às 11h45), tarde (12h45 às 17h30) e noite (17h45 às 22h30). Para os alunos, serão concedidos vale transporte e lanches.

Os interessados devem comparecer até sexta-feira (08), no CAT Luz (Centro de Apoio ao Trabalho), que fica na avenida Prestes Maia, 913, próximo à estação Luz do Metrô, das 8 às 17h. É preciso levar RG, Carteira Profissional e um comprovante de residência.

Os recursos para o curso vêm do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e da própria Secretaria, por meio de convênio firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Ministério do Trabalho e Emprego.

terça-feira, 5 de maio de 2009

ABC recebe mutirão de mamografia

Fonte: Jornal Rudge Ramos

No dia 30 de maio, as cidades do ABC vão realizar exames de mamografia. Começam nessa quarta-feira (6) as inscrições para as mulheres nas 11 unidades das sete cidades.

O mutirão estadual vai disponibilizar 390 unidades para a realização do exame agendado. As mulheres precisam estar, na hora do exame, com um pedido médico tanto da rede pública ou particular.

Edmur Pastorelo, diretor presidente da Fundação Onocentro de São Paulo, explicou que é muito importante a realização da mamografia em mulheres a cima de 40 anos. “É de suma importante o exame, principalmente para mulheres que têm algum fator de risco, por exemplo, mãe ou irmã que já tiveram câncer”.

O exame pode ser feito durante o ano todo, desde que tenha o pedido médico. Mas o mutirão tem a função de conscientizar a importância do exame e ajudar na vasão nos exames. “Esse é o nono mutirão, com duas edições por ano, em novembro do ano passado foram atendidas 121.906 mulheres”, informou o doutor.

Os resultados podem ser retirados dez dias após a data de realização, no próprio local e precisa ser levado ao médico que fez o pedido. Edmur explicou que se a mamografia apresentar alguma alteração, a paciente vai ser encaminhada para algum hospital especializado.

As mulheres que tiverem qualquer dúvida sobre o mutirão podem ligar para para a Ouvidoria da Secretaria: 3066-8359, 3066-8684, ou diretamente nos Departamen-tos Regionais de Saúde da sua região.

Postos no ABC

Mauá
Clínica Radiológica e Ultrassonográfica de Mauá
Rua Santa Cecília, 185
Bairro Matriz
Tel.: 4555-6035

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Mauá
Avenida Dom José Gaspar, 1374
Centro
Tel.: 2198-8300 - ramal 328

Ribeirão Pires
Ipac (Instituto Paulista de Análises Clínicas)
Rua João Domingues de Oliveira, 247
Centro
Tel.: 4822-8002

Santo André
Centro Radiológico Andreense
Avenida Dr.Cezario Bastos, 127
Tel.: 4436-8782

Hospital Estadual Mário Covas
Rua Dr.Henrique Calderazzo, 321
Bairro Paraíso
Tel.: 6829-5040

C&M Associados Serviços Médicos
Rua XV de Novembro, 512
Centro
Tel.: 4435-1120

Sion Medicina Diagnóstica
Avenida Portugal, 387
Centro
Tel.: 2198-3500

São Bernardo
SBC Diagnósticos por Imagem
Rua da Imperatriz, 83
Nova Petrópolis
Tel.: 4122-4974

Instituto de Radiologia São Bernardo
Alameda Glória, 499
Centro
Tel.: 4122-1022

São Caetano
Sion Medicina Diagnóstica
Rua Espírito Santo, 20
Centro
Tel.: 2198-8080

Diadema
Instituto de Radiologia São Bernardo
Avenida Alda, 350
Centro
Tel.: 4055-1008

Entenda

A ADEMP foi fundada em 2008 com o intuito de apoiar o Empreendedorismo através de ações focadas no treinamento e capacitação dos empreendedores da região do Grande ABCD.

ADEMP - Associação de Desenvolvimento Empreendedor

Rua Três Mosqueteiros, 16 - sala 8
Rudge Ramos - São Bernardo do Campo / SP CEP 09619-160

Blog
ademp-empreendedor.blogspot.com
E-mail
atendimento@mauromiaguti.com.br

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