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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Networking “pós-evento”

Fonte: Update or die
Autor: João Marcos

Você foi pra um evento ou um curso onde estavam várias pessoas capacitadas da sua área de trabalho.Trocou cartões, fez alguns contatos. Mas… o que fazer depois do evento?

Ajustei abaixo algumas dicas do site da Click to Client:

1) Mande e-mail: se você demorar, será esquecido. Mande uma mensagem relembrando o evento e compartilhando alguma novidade com seus contatos logo nos próximos dias.
2) Conecte-se em redes de relacionamento de negócios (como o LinkedIn, o ToTheTop ou outro)3) Coloque UMA coisa em ação: você pode ter saído com várias idéias de parcerias, contatos e portas que poderiam ser abertas. Tome coragem e vá mais a fundo em pelo menos uma dessas oportunidades.
4) Apresente um colega para outro: além de ajudar seus colegas, você vai virar referência para contatos
5) Se você tem algum conteúdo sobre o evento (fotos, textos adicionais, etc), compartilhe: será uma continuidade natural do momento em que vocês se encontraram. Pode ser via e-mail, blog, etc.
6) Mande uma nota agradecendo ao organizador do evento (se aplicável)
7) Se você receber algum contato por e-mail ou telefone de alguém que conheceu no evento, responda (independente de quem seja)Por fim, não se equeça dos detalhes operacionais: cheque se seu e-mail está funcionando, seu estoque de cartões após ter distribuído uma grande quantidade, etc.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Pontos de vista sobre Empreendedorismo e Inovação

Por: Luis Pedrosa – Coordenador Acadêmico do B.I. International

O que é empreendedorismo?

Seria um dom herdado geneticamente, algo que pode vir pré-programado em nosso organismo ou seria um tipo de inteligência, que podemosdesenvolver ao longo da vida? A resposta clara para esta pergunta ainda não existe, mas há sinais que podem ocorrer ambos os casos. Mozart nos deu um exemplo de habilidade que parece ter sido herdada geneticamente. Filho de compositor, começou a compor aos cinco anos de idade. Seria possível uma pessoa normal reproduzir a trajetória deste gênio? Provavelmente não. Por outro lado, milhares de pessoas desenvolveram ao longo da vida a capacidade de compor e tocar instrumentos musicais. Algumas com mais facilidade, outras com mais dificuldade, mas inequivocamente desde os primórdios da humanidade tem sido possível transmitir de uma geração para outra a habilidade de tocar instrumentos e compor música. Podemos dizer que o empreendedorismo é um caso semelhante. Parece existir sim pessoas que já nascem com habilidades empreendedoras, mas cada vez mais pessoas comuns se interessam pelo tema, aprendem e exercitam sua capacidade de criar novos negócios, novas tecnologias, de conceber e realizar visões.

Neste ponto seria interessante chamarmos a atenção para os conceitos de inteligência e sabedoria, tentando traduzi-los à habilidade de desenvolver novos empreendimentos com sucesso. A inteligência está ligada ao conhecimento e domínio das técnicas e ferramentas úteis para a ação empreendedora. A sabedoria vem da vivência, do aprendizado prático, ela não se aprende em salas de aula, mas com a observação dos mais experientes e a escuta dos casos que nos contam. Quem nunca ouviu um caso de sucesso ou de fracasso em uma empreitada?

Desde o início do século XVIII, o economista Richard Cantillon já fazia observações sobre o empreendedorismo como uma forma de arbitragem no comércio, mas o estudo específico da atividade empreendedora ganhou grande impulso a partir do trabalho de outro economista, Joseph Schumpeter, no início do século passado. Desde então o assunto vem atraindo uma audiência cada vez maior e hoje se tornou assunto corrente, incentivado pelas empresas. O mundo atual é extremamente dinâmico e as mudanças propiciadas pelas novas tecnologias vêm claramente acelerando o ritmo de transformação. A cada novo amanhecer, oportunidades nunca antes possíveis passam a ser atingíveis. As pessoas empreendedoras entendem essa dinâmica, identificam as oportunidades e as transformam em realidade.

Existe uma organização chamada GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que todo ano realiza uma pesquisa nos principais países do mundo sobre a atividade empreendedora. Essa pesquisa busca, entre outras coisas, entender a porcentagem da população envolvida na abertura de novos negócios e a porcentagem na população que sobrevive do próprio negócio aberto já há algum tempo. Em 2007, pela primeira vez no Brasil as mulheres ultrapassaram os homens na taxa de empreendedorismo inicial. O relatório do GEM mostra que o Brasil tem uma alta taxa de empreendedorismo por necessidade e baixa taxa de empreendedorismo por oportunidade. O empreendedorismo por necessidade é feito por pessoas que não têm outra alternativa a não ser tentar buscar a subsistência de forma autônoma. Essas pessoas em geral são pouco capitalizadas, pouco instruídas e geram negócios de baixo valor agregado. Não seria surpresa para ninguém dizermos que este tipo de empreendedorismo dificilmente torna rica a pessoa que se dedica ao negócio próprio. Já o empreendedorismo por oportunidade acontece em setores de novas tecnologias ou setores que apresentam grande mudança, grande possibilidade de agregar valor à sociedade.

O relatório do GEM mostra claramente que os empreendedores brasileiros enfrentam dificuldades ímpares em relação ao resto do mundo por conta dos altos impostos, altos juros, falta de treinamento, falta de capital, falta de proteção ao capital intelectual, normas sociais e culturais, entre outras coisas. Estas dificuldades tornam a possibilidade de fracasso do novo negócio muito maior e requer muito mais cautela e análise detalhada dos riscos por parte das pessoas envolvidas. Aqui mais do que em qualquer lugar do mundo precisamos ser muito audazes, ousados mas pouco aventureiros. Correr riscos faz parte da atividade empreendedora, mas os riscos devem ser identificados, entendidos, gerenciados. Quando corremos riscos cegamente, como em uma aventura, existe grande chance de que algo inesperado aconteça e inviabilize a continuidade do negócio. Podemos evidenciar isso se refletirmos sobre as pessoas de nosso conhecimento que lograram grande sucesso no desenvolvimento de novos negócios. Essas pessoas em geral têm características bem distintas, mas algumas delas são comuns à maioria dos
empreendedores de sucesso. A disposição de correr riscos calculados, a capacidade de tomar decisões, a capacidade de liderar pessoas em torno de uma visão são algumas delas.

As empresas em geral nascem do sucesso inicial em torno de algum produto o serviço. À frente da empresa nascente, há um grupo de pessoas alinhadas em torno de uma visão que empenham esforços e arriscam suas carreiras no sucesso do empreendimento. À medida que a empresa vai crescendo, aumenta sua complexidade: aumenta o número de clientes, aumenta o faturamento, aumenta o número de empregados e pouco a pouco novos processos passam a ser necessários. O departamento de desenvolvimento humano é um exemplo claro. No início o número de empregados geralmente é pequeno e não justifica um departamento de RH, mas com o aumento do contingente, novos processos ligados à gestão de pessoas vão sendo pouco a pouco incorporados à empresa. Este crescimento conduz a empresa ao longo de uma ou duas décadas a uma posição de estabilidade no mercado. Um faturamento relativamente garantido por uma base de clientes, geração de caixa e uma certa zona de conforto. Nesta situação de estabilidade, aquele grupo de pessoas que se empenhou desde a fundação da empresa adquire um status de “prata da casa”, ou seja, pessoas que cresceram e se firmaram junto com a empresa.

Neste ponto de estabilidade e de conforto, a empresa começa a enfrentar desafios diferentes dos que enfrentou nos primeiros anos heróicos. A liderança envelheceu junto com os fundadores. As pessoas mudam seus pontos de vista e suas atitudes em relação ao novo, ao desconhecido e ao risco. Elas encaram mudanças com muita desconfiança. “Não se mexe em time que está ganhando”, dizem, resistindo às idéias de mudanças trazidas por pessoas novas à empresa. O resultado deste engessamento é o envelhecimento da empresa como um todo. De extrovertida e antenada, aos clientes e concorrentes a empresa passa cada vez mais a se tornar introvertida e preocupada com os processos internos. Normas e regulamentos são obedecidos sem questionamento do porque foram criados. “O cliente não sabe o que quer” se torna um bordão. O resultado desta postura introvertida é que os produtos e serviços da empresa passam a mudar cada vez menos, envelhecendo e perdendo sintonia com o mercado. Envelhecem também os processos internos diminuindo a competitividade da empresa no mercado. Quando um concorrente lança um produto ou serviço muito inovador é comum os líderes vaticinarem:

“Eles vão quebrar!” ou “Eles devem estar sonegando!”. Com a perda da competitividade, sobra cada vez menos margem para investir em melhorias, em mudanças, em novos produtos e serviços. A empresa entra em um círculo vicioso de escassez e decadência. As pessoas com mais potencial são as primeiras a abandonar o barco, pois veem pouca ou nenhuma oportunidade na empresa. Pouco a pouco os clientes vão migrando para outros concorrentes mais jovens e menores que ainda se desdobram para atender as necessidades dos clientes ao invés de impor seus processos e sistemas “antigos”. Como quebrar esse círculo vicioso de envelhecimento? A resposta está na inovação – de forma sistemática e contínua – para promover a renovação organizacional. Não se muda o time que está vencendo uma partida de noventa minutos, mas muda-se sim, o tempo todo, o time que quiser sobreviver uma maratona de cem anos.

10 dicas para quem quer abrir uma franquia

Fonte: Sucesso News

Muita gente sonha em ter o próprio negócio e há vários caminhos para conseguir montar uma empresa. Um deles e que vem crescendo cada vez mais aqui no Brasil, é fazer parte de uma rede de franquias. Em uma franquia você estabelece uma relação com um negócio de sucesso para que possa usar seus sistemas e capitalizar sobre uma marca já existente, para obter um rápido retorno sobre seu investimento. Você está usando o sistema e o nome patenteados da empresa e administrando o negócio sob as regras da mesma.

Tal opção é o sonho de muitos empreendedores brasileiros que optam por um negócio que já tem uma marca consagrada, onde os riscos inerentes são menores, pois já se compra o conhecimento administrativo prévio. Mas, muitos se enganam ao abrir uma franquia ao acharem que esta será uma garantia de sucesso. De acordo com o consultor Wagner D´Almeida, da Global Franchise Consulting, é preciso muita dedicação e empenho para não correr o risco de perder, muitas vezes, as economias de toda uma vida de trabalho. De acordo com sua experiência, o consultor afirma que muitos candidatos a franqueados carregam ‘mitos’. “Alguns acham que todas as franquias são iguais e que, ao abrir uma unidade de determinada marca, certamente ficarão ricos”, adverte. “Acreditam que basta abrir a porta da loja que haverá sempre uma fila de clientes na porta”.

É preciso sim se dedicar ao máximo ao novo negócio, pois mesmo com todas as informações prévias e disseminadas, não há uma fórmula mágica que fará com que a empresa dê certo. As unidades franqueadas vêm crescendo ano a ano, devido à sua expansão através de um sistema de operação já testado. Paralelamente, porém, aumentam os problemas oriundos da má gestão de alguns franqueadores.

D´Almeida ainda ressalta a importância de investir certo para não correr riscos financeiros e nem frustrar-se nos aspectos pessoal e profissional e a reflexão é o primeiro passo para que tudo dê certo. Abaixo ele compartilha dez importantes dicas para quem tem a intenção de abrir uma franquia:

1. Identificar-se com o tipo de negócio – para o consultor, não adianta abrir uma franquia cujos produtos ou serviços não agradam ao futuro franqueado. Não basta uma marca renomada para que tudo dê certo, mas sim, gostar do negócio e ter prazer em fazer parte dele. Nada como a motivação pessoal para chegar ao sucesso.
2. Investir até 70% do seu capital disponível – é prudente reservar 30% do seu investimento para cobrir despesas pessoais. Lembre-se de que, no primeiro ano, é bom provável que sua unidade franqueada não renda o que você necessita para manter seu padrão de vida. E a queda no poder aquisitivo pode gerar, até, conflitos familiares.
3. Checar as franquias existentes no tipo de negócio que você se identifica – procure informar-se quais as marcas disponíveis no mercado; há quanto tempo elas existem; quantos franqueados possuem e se há locais disponíveis para abrir unidades.
4. Conversar com o Franqueador e saber qual a proposta da franquia e os diferenciais em relação às concorrentes – qual é a visão do franqueador da marca que você escolheu investir? Aonde ele pretende chegar? O que ele tem de especial que justifique seu investimento? Antes de entrar para a rede, procure conhecer bem quem ela é. É como um namoro: não case sem conhecer o pretendente.
5. Ler atentamente a Circular de Oferta de Franquia – trata-se de um documento importante e indispensável que deve reunir todas as informações relativas ao negócio. É uma exigência da lei que rege o sistema de franchising brasileiro.
6. Submeter o Contrato de Franquia à apreciação de um advogado – vale a pena consultar um especialista antes de assinar o contrato. No entanto, eleja um profissional que conheça bem o sistema e a lei que o regula.
7. Conversar com os franqueados e checar os resultados que cada um está obtendo e o nível de satisfação com o franqueador – quem está na rede pode auxiliá-lo a amadurecer a escolha por determinada rede. Nada como a experiência. Procure saber, principalmente, como o franqueador lida com a rede no dia-a-dia e se ele realmente trabalha pela marca.
8. Conversar com ex-franqueados – procure informar-se sobre a rede com quem já fez parte dela. É um contraponto que pode ser decisivo na sua seleção.
9. Solicitar do franqueador uma avaliação do ponto comercial – a escolha de um bom ponto comercial é decisivo para o sucesso de um negócio. E nada melhor que a orientação do franqueador, que tem a experiência necessária para apontar o que pode ou não funcionar. Comercialmente, ele também pode ter maior poder de barganha.
10. Fazer um “test-drive”- verifique com a franqueadora se é possível acompanhar, durante um período, o dia a dia de uma unidade franqueada ou própria. Sinta como é a operação a fim de tornar sua escolha ainda mais consciente.

A realização de um sonho pode incluir alguns riscos, mas está em nossas mãos trabalhar preventivamente para que ele não se transforme em um pesadelo, mas sim em um negócio de sucesso. O seu investimento é resultado de suas conquistas, então faça valer à pena!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Dia das mães lucrativo

Fonte: Empreendedor.com

Uma das datas mais importantes para o varejo no primeiro semestre do ano, o Dia das Mães pede que as empresas realizem uma estratégia de venda especial, com um bom planejamento e com uma equipe bem treinada.

A venda emocional

Como a quantidade de empresas em busca de bons negócios durante esse período será bastante elevada, os profissionais dessa área devem estar preparados para realizar uma venda emocional, que pode ser considerada aquela que não ocorre unicamente em função do menor preço, condições de pagamento e das características do produto e/ou serviço, que são características que definem a outra modalidade, que é a venda transacional.

Enquanto esta tem o seu foco na transação, a outra está focada no significado emocional da compra. Muito mais do que comprar um produto de qualidade e com um bom preço, os filhos esperam adquirir um presente especial que faça a diferença.

Nesta data especial os filhos assumem o papel de clientes e as mães de consumidores. Portanto, você pode se perguntar: “Certo, eu conheço meu consumidor, mas não tenho a menor idéia do que a mãe dele gosta. O que fazer?".

O farejador de oportunidades

É nesse momento que você deve atuar como um farejador de oportunidades, investigando as preferências, estilos e gostos das mães por meio de perguntas. Quanto mais você estimular o cliente a falar, mais informação estará disponível para você apresentar uma solução adequada ao perfil do consumidor final, a mãe.

lembre-se: Informação é poder quando utilizada estrategicamente para oferecer a melhor solução ao cliente.

Beneficiados

Os setores ligados à moda feminina, como roupas, acessórios são mais beneficiados pelo Dia das Mães, onde o foco é a mulher. Porém, isso não significa que outros setores precisem abandonar suas estratégias para alavancar as vendas.

É imprescindível saber que o cliente já sai de casa com a intenção de realizar pelo menos uma compra. Se ele já está disposto a consumir, pode haver melhor momento para conquistá-lo do que esse? As pessoas sempre precisam e desejam alguma coisa: um livro, um tênis, um perfume, entre outros. Apresente seu produto, pois os filhos e maridos que estão na posição de cliente podem virar consumidores.

Datas comemorativas sempre aquecem o comércio. Cabe ao lojista perceber as oportunidades e conquistar cada vez mais clientes!

Você sabe a origem do Dia das Mães?

É muito importante que essa data seja bastante comemorada, já que as mães são responsáveis não só pela nossa existência, como seres humanos, mas pela nossa formação como cidadãos. Grande parte daquilo que conquistamos, ao longo da vida, tanto em projetos pessoais ou profissionais, é fruto do que aprendemos com elas quando éramos ainda crianças. Existem, ainda, aquelas que são mães de criação e que nos prepararam para a vida.

Esse dia especial para muitas famílias teve sua origem no século XX, quando uma jovem americana, chamada Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em profunda depressão. Preocupadas com a situação da amiga, várias meninas se reuniram e decidiram fazer uma festa em homenagem à memória da mãe de Anna. A partir desse momento, a jovem achou que a comemoração deveria ser estendida a todas as mães e, então, em 1914 a data foi oficializada pelo presidente americano Woodrow Wilson. Hoje, a celebração se estende por diversos países do mundo.

Planejamento

No mês que antecede a data, verifique os resultados de cada colaborador, de forma personalizada e do negócio como um todo. Defina metas com todos os membros da equipe, mobilizando-os e dando estímulos para que não só as atinjam, mas que as superem e tenham como foco oferecer a melhor solução aos clientes.

lembre-se de fornecer, constantemente, feedbacks positivos como forma de incentivo e apoio para a correção nas ações do dia-a-dia. Não deixe os planos de ação para a última hora.

Aproveite o Dia das Mães, coloque em prática os seus planos de ação o mais rápido possível!

Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da Up Treinamentos & Consultoria. www.carloscruz.com.br

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Vídeos: O que é o 'empreendedorismo'

Depoimentos de diversos empreendedores de sucesso a respeito da definição de 'empreendedorismo' feitos pelo 'Bota pra fazer' disponíveis no Youtube!





Marcos Wettreich, CEO e criador do iBest, conta de forma breve sua história de empreendedorismo.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A relação entre projetos, inovação e empreendedorismo

Por Marcelo Bastos, HSM

Projeto é um EMPREENDIMENTO TEMPORÁRIO e ÚNICO que possui inicio e fim claramente definidos, um escopo de trabalho bem definido, um orçamento e um nível de perfomance a ser atingido. São importantes instrumentos para transformar a estratégia em resultados principalmente em ambientes de grandes mudanças. Relembrando que o conceito de único significa que um produto ou serviço produzido é DE ALGUMA FORMA DIFERENTE de todos os outros produtos ou serviços semelhantes. Por ser único e não ter sido produzido antes, um projeto é CARREGADO DE INCERTEZAS E RISCOS, principalmente no seu inicio, e por essa razão deve ser gerenciado e elaborado progressivamente. Essa característica de alto risco é o que aproxima o conceito de projeto do conceito de Inovação.

A inovação é o meio pelo qual o empreendedor cria novos recursos produtivos de riqueza ou dota recursos existentes com um maior potencial para gerar riqueza. Por outro lado, se a inovação traz novas oportunidades e está no centro das vantagens competitivas, ela envolve riscos podendo levar uma empresa ao sucesso ou a fracasso, dependendo dos resultados que é capaz de proporcionar ou da maneira como é utilizada. Entretanto, se inovar é arriscado, muito mais perigoso é não inovar.

Os empreendedores são pessoas que agem de maneira independente ou como os componentes de uma organização que criam um novo empreendimento ou desenvolvem uma inovação relevante e assumem riscos ao introduzi-lo no negócio. São importantes agentes do desenvolvimento e do crescimento econômico graças a novos produtos, serviços, processos, soluções inovadoras e que levam a organização a um novo patamar de excelência e competitividade.

O quadro abaixo mostra a relação entre os três conceitos:


Projetos Inovação Empreendedorismo
Novo Empreendimento temporário e Único criar novos recursos produtivos de riqueza ou dotar recursos existentes com um maior potencial para gerar riqueza criam um novo empreendimento ou desenvolvem uma inovação relevante
Riscos Carregado de incertezas e riscos envolve riscos podendo levar uma empresa ao sucesso ou a fracasso Assumem riscos ao introduzir inovações no negócio
Estratégia Transformar estratégias em resultados Está no centro das vantagens competitivas São importantes agentes do desenvolvimento e do crescimento econômico.


Como vocês podem ver, existe uma relação muito forte entre esses três conceitos principalmente quanto aos aspectos de riscos, novidade e estratégia. Por essa razão, cresce cada vez mais em importância a disciplina de gestão de projetos nesse cenário de competitividade, principalmente se as empresas investirem em criar uma cultura de gestão por projetos fazendo assim com que as pessoas adotem uma mentalidade de inovação, ou, pelo menos, procurem sair da rotina e do convencional para lidar com coisas novas.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O plano de carreira bem elaborado

Por Renato Grinberg, via HSM

O ponto de partida de uma trajetória profissional de sucesso é a elaboração de um bom e eficiente plano de carreira. Traçar metas, perceber qualidades pessoais e defeitos, além de trabalhar com a hipótese de mudanças, principalmente na atual conjuntura econômica, são algumas das primeiras coisas a se pensar.

Os planos de carreira, ao contrário do que se acredita, não devem ser elaborados apenas pelos iniciantes no mercado, mas por qualquer profissional que deseja aprimorar-se ainda mais. A volta aos primeiros projetos representa uma preocupação saudável e, além disso, é um modo de avaliar o seu desempenho para então decidir o que fazer.

Analisando detalhadamente cada um dos itens já colocados, separarei por tópicos suas devidas explicações, a fim de fazer com que fique mais claro.

Conhecer-se
Aqui não basta apenas reconhecer suas qualidades, mas, principalmente, suas limitações.

Dessa forma, avalie seus valores, defeitos, conhecimentos, interesses, características profissionais e pense num modo de potencializá-los. No caso de fatores negativos, como impaciência e ansiedade, é preciso entender porque eles estão presentes e procurar controlar esses fatores.

Dessa forma, indico o trabalho de auto-conhecimento, que é fundamental para que o bom profissional saiba claramente para onde, e até onde, pode ir. O desenvolvimento pleno somente será possível para aqueles que souberem trabalhar seus pontos fortes e fracos.

Traçar metas
Crie, planeje, pense e repense suas metas e ambições. Desenhe seu plano de carreira de forma com que ele possa proporcionar a você uma ascensão profissional.

Acredito que nesta fase de elaboração de etapas, o profissional deva enxergar longe. Com um objetivo já pré-estabelecido, fica mais fácil não desanimar diante de possíveis obstáculos. Mire os seus sonhos e procure os meios para realizá-los.

Ficar atento às mudanças
Este é, sem dúvidas, o ponto que merece mais atenção hoje. Se antes da crise mundial já era esperado da pessoa a elaboração de um plano de carreira que contasse com o inesperado, agora, saber lidar com as mudanças abruptas chega a ser uma questão de sobrevivência. Mesmo com objetivos estabelecidos, o profissional deve preparar-se psicologicamente para um obstáculo a mais ou uma rota inesperada.

Esteja certo de que você viverá diversas mudanças de paradigma no decorrer de sua carreira, portanto celebre e aproveite essas mudanças para se destacar, ao invés de tentar resistir a elas. Características como flexibilidade, para conseguir adaptar-se a ambientes diversos, e espírito empreendedor, que dá uma visão do todo, são fundamentais para um bom profissional se destacar em sua carreira.

Por Renato Grinberg (diretor do Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. Integrou a diretoria Geral da Latin American Multichannel Advertising Council (LAMAC), além de uma carreira internacional tendo trabalhado em empresas como a Sony Pictures e Warner Bros. em Los Angeles).

Empreendedor produtivo desde o começo

Por Christian Barbosa, via HSM

Com a crise se espalhando ao redor do mundo, muitas pessoas estão perdendo seu emprego e não estão conseguindo uma rápida colocação no mercado de trabalho. Sem uma solução em vista para o problema a curto prazo, muitos profissionais estão começando a pensar na criação de seu próprio negócio como uma saída para o desemprego.

Nos EUA, os cursos para formação de empreendedores estão brotando feito mato. Em New York, o volume de ofertas para cursos, coaching, rodadas de negócio, exposição de franshing, etc, está em alta. Aqui pelo Brasil, algumas franquias já começaram a sentir um reflexo positivo da crise, com o aumento da procura.

No mês passado recebi dois e-mails com questões sobre esse assunto. Um deles falava da história de um executivo da área financeira, que foi demitido em uma ação de corte de custos da empresa que trabalhava, e como há algum tempo pensava em abrir seu próprio negócio, aproveitou o empurrão. Ele decidiu abrir uma pequena gráfica de impressos rápidos, mas contava que desde que tomou a decisão nunca esteve tão estressado na vida:

“Eu reclamava que trabalhava 10 horas por dia e não ganhava hora extra. Agora eu trabalho 12 horas, incluindo meus domingos, não tenho tempo para nada, só ganho o equivalente a 4 horas de trabalho e não tenho para quem reclamar.”

Em proporções diferentes, todo empreendedor (seja ele um “funcionário intra-empreendedor” ou uma pessoa que decidiu abrir seu próprio negócio), passa por dificuldades em gerenciar seu tempo pessoal e o tempo dedicado para a empresa. A frase que mais se ouve é algo do tipo: “No começo, precisa ter dedicação total para depois colher os frutos”.

A frase é comum, mas não precisa ser uma verdade na vida empreendedora. É possível equilibrar empresa, vida, família, lazer e dinheiro! Em primeiro lugar, é preciso achar algo que o empreendedor realmente sinta prazer em fazer, caso contrário, qualquer esforço será mais um martírio. E não é muito fácil associar prazer com oportunidade. Muitas vezes pode ser algo que você ame fazer, mas o resultado financeiro não vem. Nesse caso você tem um hobby e não uma empresa.

Depois de achar a oportunidade certa, que se encaixe no seu jeito de ser, é o momento de desenvolver seu plano de negócios e, quando as coisas começarem a caminhar, é o momento que muita gente nem sabe que precisa existir: É preciso planejar a produtividade da empresa.

Planejar a produtividade da empresa significa pensar com uma cabeça de que você é um empreendedor e não um funcionário de si mesmo. A empresa vai começar com você em quase todas as funções, mas ela não pode terminar desse jeito.

É preciso que você planeje os principais processos, que escreva como cada coisa será feita, que tipo de sistema suportará a sua operação. Analise o tempo dessa atividade, questione-se sobre o que pode ser melhorado (mesmo antes de implantar!).

O resultado é que quando você começar a ter funcionários, não terá um esforço desnecessário de tempo para treinar, retreinar e cobrar. Bastará explicar o processo, acompanhar os primeiros passos, deixar as pessoas acharem os defeitos e ir melhorando gradativamente.

Ter uma empresa produtiva significa pensar na forma que a equipe irá priorizar as atividades, como entender o que é realmente urgente e que deve ser atendido naquele momento e o que pode esperar por um tempo determinado para ser feito.

Uma empresa produtiva pensa em deixar as pessoas trabalharem e não ficarem toda hora reunidas em salas de reunião, discutindo o sexo das baratas e saindo de lá achando que são hermafroditas.

Empreendedor que pensa em produtividade sabe que sua equipe precisará de uma ferramenta de planejamento pessoal e em equipe, como um Neotriad, que ajudará a acompanhar metas, projetos e a planejar seu tempo adequadamente.

Empresa produtiva é aquela que consegue viver sem o empreendedor por mais de 15 dias na qual as pessoas sabem o que deve ser feito e conseguem evoluir ao invés de simplesmente agir.




Christian Barbosa é especialista em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial. Autor dos livros A Tríade do Tempo - A Evolução da Produtividade Pessoal, pela Editora Campus, e Você, Dona do Seu Tempo, pela Editora Gente. www.triadedotempo.com.br e www.maistempo.com.br

Entenda

A ADEMP foi fundada em 2008 com o intuito de apoiar o Empreendedorismo através de ações focadas no treinamento e capacitação dos empreendedores da região do Grande ABCD.

ADEMP - Associação de Desenvolvimento Empreendedor

Rua Três Mosqueteiros, 16 - sala 8
Rudge Ramos - São Bernardo do Campo / SP CEP 09619-160

Blog
ademp-empreendedor.blogspot.com
E-mail
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