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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Zona Leste de São Paulo forma mais de 400 ‘empretecos’

Fonte: Agência Sebrae

São Paulo - Até o fim de 2009, o Escritório do Sebrae/SP na Zona Leste da capital paulista calcula formar 430 ‘empretecos’ no Seminário Empretec, o curso de excelência da Instituição. Trata-se de um número recorde. “Nunca antes tivemos tantas turmas do Seminário”, explica Joaquim Batista Xavier Filho, gerente do Sebrae/SP. Até agora, foram nove seminários e até o final de 2009 será realizados outros quatro.

A metodologia do Seminário Empretec é utilizada nos Estados Unidos desde 1960. Na década de 80, a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), adotou o método para estimular a geração de negócios.
Em 15 anos, mais de 100 mil pessoas já fizeram o Empretec no País. O Empretec integra o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é executado no Brasil pelo Sebrae, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação e do Ministério das Relações Exteriores.

Com uma carga de 80 horas, o seminário é voltado para empresários e pessoas que decidiram montar seu próprio negócio. Durante o Empretec, são trabalhadas características do comportamento empreendedor: busca de oportunidades, capacidade de correr riscos calculados, persistência, comprometimento e objetividade no estabelecimento de metas são algumas delas.
“Na Zona Leste, o objetivo com os seminários é aumentar a massa crítica empresarial, formar empreendedores capazes de alavancar o desenvolvimento da região”, aponta Xavier.
Antes e depois

Um dos empresários que podem definir sua vida em antes e depois do Empretec é Fábio Cavalotti, que concluiu o seminário em 2008, oferecido pelo Escritório Regional Leste do Sebrae/SP. “No Empretec repensei as minhas metas, meus planos e minha própria vida”, comenta.

À época, ele era sócio numa pequena rede de salões de beleza infantil, mas acabou percebendo que seria bem mais feliz se passasse a atuar apenas em marketing, sua área de formação. “Resolvi sair da sociedade e montar a minha própria empresa de consultoria em comunicação e marketing”, comenta.

No início de 2009, se lançou na empreitada. “Minha ex-sócia foi minha primeira cliente”, comenta. Outros desses primeiros clientes são os amigos que fez no Empretec. “Criei um networking essencial para a decisão de montar minha consultoria”, explica.
Até dezembro, o Escritório Regional do Sebrae/SP na Zona Leste promove ainda quatro turmas do Empretec. Informações pelo telefone (11) 2225-2177.

CPETR dispõe de 587 vagas de trabalho no ABC

Fonte: Rudge Ramos Jornal

O CPETR (Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda) de Santo André disponibiliza 587 oportunidades de emprego. Deste total, 105 vagas são para pessoas com deficiência. As empresas, na maioria no ABC, oferecem empregos na região e em São Paulo.
Os interessados precisam procurar um dos dois postos do CPETR, levando carteira de trabalho e um documento com foto.

Os cargos de auxiliar de limpeza e auxiliar de escritório disponibilizam 20 vagas exigindo 1º grau completo e independente do sexo.

Serviço: CPETR - Avenida Artur de Queirós, 720, Bairro Casa Branca, e na Rua Sigma, 300, Vila Mazzei. Informações: (11) 4979-3699 ou 4979-3615

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Inscrições do IBGE para 33 mil vagas de até R$ 1.600 terminam amanhã

Fonte: Folha Online

Termina nesta terça-feira o prazo para as inscrições para mais de 33 mil vagas temporárias para o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os salários chegam a R$ 1.600.

As vagas são distribuídas por todos os Estados e as contratações serão em caráter temporário, com duração de nove a 12 meses.

São 33.012 vagas, distribuídas da seguinte forma: 6.722 postos para a função de Agente Censitário Municipal, 23.900 para a função de Agente Censitário Supervisor, 1.432 para Agente Censitário de Informática, 558 para Agente Censitário Administrativo e 400 para Agente Censitário Regional.

Os salários variam de acordo com a função pretendida pelo candidato, veja a relação:
Agente Censitário Regional: R$ 1.600
Agente Censitário Administrativo: R$ 760
Agente Censitário Municipal: R$ 1.150
Agente Censitário Supervisor: R$ 900
Agente Censitário de Informática: R$ 900

As inscrições poderão ser feitas pela internet, no site da Fundação Cesgranrio, ou em agências dos Correios nos municípios onde houver vagas. No formulário de inscrição os candidatos deverão indicar a localidade onde desejam trabalhar.

Os valores das taxas são de R$ 22 para a função de Agente Censitário Municipal, Censitário Supervisor e de Informática; de R$ 18 para Agente Censitário Administrativo e R$ 30 para a função de Agente Censitário Regional.

Para concorrer é necessário ter, pelo menos, 18 anos de idade, ser brasileiro nato ou português naturalizado, ter concluído o ensino médio (antigo 2º Grau), estar em dia com os direitos políticos e, no caso dos candidatos do sexo masculino, estar em dia com o Serviço Militar. É vedada a participação de servidores da administração direta ou indireta da União, Estados, Distrito Federal e municípios, de empregados ou servidores de suas subsidiárias e controladas e, ainda, de contratados temporariamente nos últimos 24 meses.

A prova será aplicada no dia 6 de dezembro. Mais informações podem ser obtidas no call center 0800 701 2028 ou pelo site www.cesgranrio.org.br.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Danone recebe inscrições para programas de trainee e estágio

Fonte: Globo.com

A Danone está com inscrições abertas para os programas de estágio e trainee (programa Junior Manager).

Para as vagas de estágio, as inscrições vão até 13 de setembro. A bolsa-auxílio varia de R$ 600 a R$ 1,5 mil, conforme carga horária e ano de conclusão do curso.

Os candidatos devem ter formatura prevista entre dezembro de 2010 e dezembro de 2011 e inglês intermediário. O início do estágio está programado para dezembro de 2009.

Para o programa Junior Manager, as inscrições vão até 8 de setembro. A remuneração chega a R$ 4 mil. Os candidatos devem ter conclusão da graduação entre dezembro de 2007 e dezembro de 2009, inglês fluente, disponibilidade para viagens nacionais e internacionais.

O trabalho deve começar em novembro. O programa tem duração de 18 meses a 24 meses. As inscrições devem ser feitas pelo site www.danone.com.br, na seção Trabalhe Conosco. Não foram informados os locais de trabalho.

As dinâmicas de grupo para candidatos a estágio ocorrerão em São Paulo capital e Poços de Caldas (MG). Já para trainees serão em São Paulo e nas regiões Sul e Nordeste – os nomes das cidades não foram definidos. Os custos de deslocamento e hospedagem são de responsabilidade do candidato.

China House abre 30 vagas para restaurantes em SP

A China House, rede de delivery e de restaurantes especializada em culinária chinesa, abriu 30 vagas de emprego nas novas unidades localizadas nas regiões da Vila Mariana e Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo.

Cada loja irá recrutar 15 pessoas, para os cargos de entregador com moto, atendimento e produção. Os candidatos devem ter nível fundamental completo e mais de 18 anos. Não é preciso experiência anterior.

O processo seletivo é composto de entrega de currículo nas lojas e entrevista com os proprietários das unidades. Se o candidato for aprovado, faz um teste na própria loja.

A empresa oferece registro em carteira, vale-transporte e refeição no local. Há possibilidade de crescimento dentro da empresa, com plano de carreira.

Os interessados devem enviar currículo para os e-mails das próprias unidades China House Santo Amaro (santoamaro@chinahouse.com.br) e para a unidade de Vila Mariana (vilamariana@chinahouse.com.br).

Há ainda a possibilidade de ir pessoalmente à loja mais próxima, deixar currículo e marcar entrevista ou para vagas futuras encaminhar o currículo para central de Rh da China House no e-mail rh@chinahouse.com.br.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Férias de julho abrem vagas temporárias em parques e hotéis

Fonte: Globo.com

O setor de lazer e entretenimento abre vagas temporárias para trabalho nas férias de julho e também para os meses de agosto e setembro. Os parques Hopi Hari, em Vinhedo (SP), Playcenter, em São Paulo, e Rio Quente Resorts, em Rio Quente (GO), têm inscrições abertas para pelo menos 450 vagas.

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) estima que sejam abertas no período das férias de julho em todo o país 10,5 mil vagas temporárias, especialmente nos segmentos de lazer, entretenimento, indústria e comércio.

Na indústria e no comércio, as vagas são para linhas de produção de produtos para lazer, degustação e eventos. A maioria das empresas exige experiência anterior e nível médio completo.

Parques temáticos, clubes, hotéis, pousadas, acampamentos, bares e restaurantes disponibilizam vagas de garçom, atendimento, monitoria, operação de brinquedos, serviço de quarto e de cozinha.

A prioridade é para estudantes de cursos universitários e recém-formados em pedagogia, turismo, publicidade, psicologia, educação física, hotelaria e administração.

No site da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis há uma lista de links da entidade nos 26 estados e no Distrito Federal e, em cada um desses sites, os interessados podem cadastrar currículos.

Da mesma forma, a Associação Brasileira de Empresas de Eventos também disponibiliza em seu site um link para cadastro de currículos.

Menos vagas

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a estimativa revela redução de 32% nas contratações – em 2008 foram abertas 15,5 mil vagas temporárias.

Outra queda é em relação à efetivação, que deve ficar em torno de 10% para o setor de lazer e entretenimento e de 12% para a indústria e comércio. No ano passado foi de 32,5% e 15%, respectivamente.

De acordo com a Asserttem, apesar da diminuição no número de vagas, a remuneração dos trabalhadores temporários melhorou em relação ao mesmo período de 2008.

Para vagas no setor de indústria e comércio, o salário pode chegar a R$ 980. Já para vagas setor de lazer e entretenimento, a remuneração é de até R$ 90 por dia trabalhado.

Motivos da queda

O setor de lazer e entretenimento é o grande responsável pela redução das contratações, devido à queda na procura por viagens de turismo e programas de lazer. Além disso, a lei seca também é apontada como causa para queda no número de contratações para bares, restaurantes e hotéis.

Entra em vigor programa para formalizar trabalhadores autônomos

Fonte: Folha de SP

Os trabalhadores autônomos que estão na informalidade podem aderir a partir desta quarta-feira (1º) ao programa do microempreendedor individual.

No programa, o trabalhador irá pagar uma contribuição mensal única que varia de R$ 52,15 a R$ 57,15, de acordo com a sua área de atuação. Em troca, poderá tirar um CNPJ e terá direito aos seguintes benefícios do INSS: salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez e sua família fica protegida com pensão por morte e auxílio-reclusão.

Podem fazer parte do programa os profissionais com renda mensal de até R$ 3.000 (R$ 36 mil por ano). A expectativa do governo é atrair profissionais como feirantes, camelôs, vendedores ambulantes, manicures, cabeleireiros e eletricistas.

O processo de formalização é gratuito e será feito somente por meio da internet, no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).

De acordo com o Ministério da Previdência, no site, o empresário individual obterá, no ato da formalização, o seu CNPJ, seu cadastro na Junta Comercial e sua inscrição no INSS.

Não podem optar pelo programa os profissionais que possuem mais de uma empresa. Outra limitação é que o trabalhador pode ter, no máximo, um empregado contratado.

Contribuição

A contribuição varia de acordo com a área de atuação: R$ 52,15 para o comércio ou indústria; R$ 56,15 para o prestador de serviços; e R$ 57,15 para atividade mista (comércio ou indústria e prestação de serviços).

Essa contribuição inclui todos os impostos federais, estaduais, municipais e a contribuição para a Previdência Social. O cálculo é a soma dos R$ 51,15 (11% do salário mínimo) destinados ao INSS mais R$ 1 de ICMS e R$ 5 de ISS.

De acordo com o Ministério da Previdência, o novo sistema permitirá que 11 milhões de pessoas que trabalham por conta própria em pequenos negócios ou na prestação de serviços saiam da informalidade.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Empresários lançam novo formato de negócio para comercializar produtos



Empresários lançam novo formato de negócio para a comercialização de produtos: eles contratam um galpão, que é dividido em pequenos espaços, e alugam para micro e pequenos empreendedores.

Empreendedor Individual - Perguntas e Respostas

Fonte: Agência Sebrae

1) O QUE É?

Pessoa física que trabalhe por conta própria de forma individual e se dedique as atividades de comércio, indústria ou serviços e fature até 36 mil reais por ano, sendo permitido ter até 1 empregado que receba o salário mínimo. Exemplos: mecânicos, feirantes, artesãos, eletricistas, bombeiros, doceiras, pipoqueiros, costureiras etc.

Estão fora deste conceito, conforme a Lei Complementar 128/08, as profissões regulamentadas como advogados, médicos, engenheiros etc.

2) COMO E ONDE POSSO ME FORMALIZAR?

A formalização é feita pela Internet no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. Há um considerável número de empresas contábeis espalhadas pelo Brasil que irão realizar esse trabalho de graça. Para saber quem são essas empresas consulte a relação constante do endereço na Internet. Lembre-se de que toda atividade a ser exercida, mesmo na residência, necessita de autorização prévia da Prefeitura que nesse caso será também de graça. O SEBRAE é outro parceiro que oferecerá orientação de graça sobre a formalização.

3) QUANTO TEMPO DEMORA PARA ME FORMALIZAR?

Como a formalização é feita pela Internet, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente, gerando um documento que deve ser impresso, assinado e encaminhado à Junta Comercial acompanhado de cópia da Identidade e do CPF. Lembre-se, também, de que é necessário ter autorização prévia da Prefeitura para desenvolver o seu negócio, seja ele qual for.

3 A) POSSO ME FORMALIZAR A QUALQUER TEMPO?

Para o empreendedor que está obtendo o CNPJ a partir de primeiro de julho de 2009, a opção será simultânea e vale para o ano todo de forma irretratável. No caso de empreendedores que já possuem CNPJ a opção somente poderá ser feita durante o mês de janeiro de cada ano.

4) QUAL O CUSTO DA FORMALIZAÇÃO?

O ato de formalização está isento de todas as tarifas. Para a formalização e para a primeira declaração anual existe uma rede de empresas de contabilidade que são optantes pelo SIMPLES NACIONAL que irão realizar essas tarefas sem cobrar nada no primeiro ano. Após a formalização o empreendedor terá o seguinte custo:

Para a Previdência ? R$ 51,15 por mês (representa 11% do salário mínimo que é reajustado no início de cada ano);
Para o Estado ? R$ 1,00 fixo por mês se a atividade for comércio ou indústria;
Para o Município ? R$ 5,00 fixos por mês se a atividade for prestação de serviço.

5) COMO FAÇO O PAGAMENTO DESSES VALORES?

Através de um documento chamado DAS que é gerado pela Internet no endereço www.portaldodempreendedor.gov.br. Esse documento pode ser gerado por qualquer pessoa em qualquer computador ligado à Internet. É possível gerar, de uma só vez, os DAS do ano inteiro e ir pagando mês a mês. O pagamento será feito na rede bancária e casas lotéricas, até o dia 20 de cada mês.

6) QUAL SERÁ O PROCEDIMENTO EM CASO DE ATRASO NO PAGAMENTO?

Caso haja esquecido o pagamento na data certa haverá cobrança de juros e multa. A multa será de 0,33% por dia de atraso limitado a 20% e os juros serão calculados com base na taxa SELIC, sendo que para o primeiro mês de atraso os juros serão de 1%. Após o vencimento deverá ser gerado novo DAS, acessando-se novamente o endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. A emissão do novo DAS já conterá os valores da multa e dos juros, sem precisar fazer caçulos por fora.

7) COMO FAREI SE QUISER TER DIREITO A APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO?

Nesse caso deverá complementar o pagamento em favor do INSS à alíquota complementar de 9%, calculada sobre o salário-mínimo. O pagamento deverá ser feito em GPS, com o código de pagamento 1295, na rede bancária, até o dia 15 do mês seguinte a que se referir o pagamento ou no primeiro dia útil subseqüente se o dia 15 for feriado.

Exemplo: Com o valor atual do salário- mínimo a conta será a seguinte:

R$ 465,,00 x 9% = R$ 41,85. Esse valor deverá ser recolhido em GPS com o código de pagamento ?1295?. Com esse pagamento, o valor correspondente ao salário-mínimo (atualmente R$ 465,00) passa a contar para todos os efeitos para o cálculo de qualquer benefício previdenciário, inclusive aposentadoria por tempo de contribuição.

Caso o trabalhador já recolha carnê mensal pelo exercício de outra atividade, poderá continuar a fazê-lo, sob os códigos normais.
Exemplo: o trabalhador já recolhe carnê mensal sobre o valor de R$ 600,00, à alíquota de 20%, representando R$ 120,00, em GPS, com o código 1007.

Caso recolha o DAS, efetue a contribuição complementar de 9% (código 1295) e mantenha a contribuição que vinha fazendo (código 1007), seu salário-de-contribuição para fins de benefício passará a ser de R$ 1.065,00 ? resultado da soma de R$ 465,00 com R$ 600,00.

Pode haver ainda trabalhador que, além de empreendedor individual, tenha vínculo de trabalho com outra empresa, como empregado ou autônomo.
Nesse caso, a remuneração que receber da empresa contará para todos os efeitos para os benefícios previdenciários ? essas informações provêm da GFIP, preenchida pela empresa.

Da mesma forma, se esse trabalhador quiser que o valor recolhido em DAS passe a contar para todos os benefícios, deverá recolher a GPS com código de pagamento 1295, mensalmente, com valor correspondente a 9% do salário-mínimo.

8) QUE OUTRAS OBRIGAÇÕES TEREI JUNTO A RECEITA FEDERAL, SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO E SECRETARIA DE FINANÇAS DO MUNICÍPIO?

Anualmente deverá fazer uma Declaração do faturamento, também pela Internet e nada mais. Essa declaração deverá ser feita até o último dia do mês de Janeiro de cada ano.

9) PARA O AMBULANTE QUE TRABALHA NA RUA COMO VAI FUNCIONAR O SISTEMA?

O ambulante ou quem trabalha em lugar fixo deverá ter autorização da Prefeitura com relação ao tipo de atividade e ao local onde irá trabalhar. A obtenção do CNPJ e a inscrição da Junta Comercial não substituem as normas de ocupação dos Municípios que devem ser observadas e obedecidas.

10) PRECISO TER CONTABILIDADE?

A contabilidade formal como livro diário e razão está dispensada. Não é preciso também ter Livro Caixa. Contudo, o empreendedor deve zelar pela sua atividade e manter um mínimo de controle em relação ao que compra, ao que vende e quanto está ganhando. Essa organização mínima permite gerenciar melhor o negócio e a própria vida, além de ser importante para crescer e se desenvolver. O empreendedor deverá registrar, mensalmente, em formulário simplificado, o total das suas receitas. Deverá manter em seu poder, da mesma forma, as notas fiscais de compras de produtos e de serviços.

11) QUAIS OS BENEFÍCIOS DA FORMALIZAÇÃO?

A) Cobertura Previdenciária para o Empreendedor e sua família, traduzida nos seguintes benefícios.

Para o Empreendedor:
1- Aposentadoria por idade ? mulher aos 60 anos e homem aos 65. É necessário contribuir durante 15 anos pelo menos e a renda é de um salário mínimo;
2- Aposentadoria por invalidez ? é necessário 1 ano de contribuição;
3- Auxílio doença ? é necessário 1 ano de contribuição;
4- Salário maternidade (mulher) ? são necessários 10 meses de contribuição;
5- Auxílio acidente ? a partir do primeiro pagamento.

Para a família:
1- Pensão por morte ? a partir do primeiro pagamento;
2- Auxílio reclusão ? a partir do primeiro pagamento.

B) Acesso a serviços bancários, incluindo crédito.

C) Apoio técnico do SEBRAE sobre a atividade exercida;

D) Possibilidade de crescimento em um ambiente seguro;

E) Desempenhar a atividade de forma legal, sabendo que não sofrerá ações do Estado;

F) Formalização simplificada e sem maiores burocracias;

G) Baixo custo da formalização em valores mensais fixos

H) Simplificação no processo de baixa e ausência de pagamento de taxas.

12) POSSO CONTRATAR ALGUÉM PARA ME AJUDAR?

A lei prevê a possibilidade da contratação de até um empregado com remuneração de um salário mínimo ou piso da categoria.

13) QUAL O CUSTO PARA CONTRATAÇÃO DE UM EMPREGADO?

O custo previdenciário, recolhido em GPS, é de R$ 51,15, sendo R$ 13,95 de responsabilidade do empregador e R$ 37,20 descontado de empregado. Esses valores se alteram caso o salário seja superior ao salário-mínimo e até o piso da categoria profissional. O cálculo será sempre o salário multiplicado por 3% (parte do empregador) e por 8% (parte do empregado).

Em qualquer caso é preciso fazer a Guia do FGTS e Informação à Previdência ? GFIP que é entregue até o dia 7 do mês seguinte ao pagamento do salário através de um sistema chamado conectividade social da Caixa Econômica Federal.

Ao preencher e entregar a GFIP, deverá ser depositado o FGTS do empregado, calculado à base de 8% sobre o seu salário. Todas essas contas são feitas automaticamente pelo sistema GFIP, que deve ser baixado do site da Internet da Receita Federal, no endereço www.receita.fazenda.gov.br na parte de Download. Em resumo, o custo total do empregado para o Empreendedor individual é 11% do respectivo salário, ou R$ 51,15 se o empregado ganhar o salário mínimo.

14) O QUE ACONTECERÁ SE MEU FATURAMENTO NO ANO FOR SUPERIOR A R$ 36.000,00?

Nesse caso temos duas situações.
A Primeira ? o faturamento foi maior que 36.000,00, porém não ultrapassou R$ 43.200,00. Nesse caso o seu empreendimento é incluído no sistema do SIMPLES NACIONAL a partir de janeiro do ano seguinte ao ano em que o faturamento excedeu os R$ 36.000,00. A partir daí o seu pagamento passará a ser de um percentual do faturamento por mês, que varia de 4% a 17,42%, dependendo do tipo de negócio e do montante do faturamento. O valor do excesso deverá ser acrescentado ao faturamento do mês de janeiro e os tributos serão pagos juntamente com o DAS referente àquele mês.
A Segunda ? o faturamento foi superior a R$ 43.200,00. Nesse caso o enquadramento no SIMPLES NACIONAL é retroativo e o recolhimento sobre o faturamento, conforme explicado na Primeira Situação passa a ser feito no mesmo ano em que ocorreu o excesso no faturamento, COM acréscimos de juros e multa.
Por isso, recomenda-se que o empreendedor, ao perceber que seu faturamento no ano será maior que R$ 43.200,00, inicie imediatamente o cálculo e o pagamento dos tributos acessando diretamente o Portal do SIMPLES NACIONAL, no endereço www.receita.fazenda.gov.br.

15 ) Posso trabalhar para outras empresas?

O empreendedor individual não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra. Isso significa que o benefício fiscal criado pela LC 128/2008 é destinado ao empreendedor, e não à empresa que o contrata.

Significa, também, que não há intenção de fragilizar as relações de trabalho, não devendo o instituto ser utilizado por empresas para a transformação em empreendedor individual de pessoas físicas que lhes prestam serviços.

16) COMO FAREI SE QUISER CANCELAR MEU CNPJ E MINHA INSCRIÇÃO?

O procedimento também é simples e realizado no mesmo endereço da Internet onde foi feita a inscrição (www.portaldoempreendedor.gov.br), sem qualquer pagamento de taxas.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Empreendedor Individual não precisa declarar IR como pessoa física

Fonte: Agência Sebrae

O Empreendedor Individual não precisará apresentar a declaração de Imposto de Renda como pessoa física. Mas isso apenas se estiver dentro do limite de isenção para declaração do Imposto, que é de R$ 1,6 mil. Ainda neste mês de junho, a Receita Federal do Brasil deverá publicar uma Instrução Normativa sobre essa questão, segundo informou o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago.

Criado pela Lei Complementar 128 de 2008, o Empreendedor Individual, como vem sendo chamado o Microempreendedor Individual, entra em vigor dia 1º de julho. Esse dispositivo facilita a formalização de empreendedores como costureiras, manicures, vendedores de pipoca e artesãos, que tenham receita bruta anual de até R$ 36 mil por ano, o que equivale a R$ 3 mil por mês.

Quem aderir fica isento de quase todos os tributos, pagando apenas 11% de INSS e R$ 1 de ICMS, se for do setor da indústria ou do comércio; ou R$ 5 se for do setor de serviços. Entre os benefícios, a nova figura jurídica garante aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, além de ter o processo de inscrição gratuito e simplificado. Segundo Silas Santiago, a não exigência da apresentação da declaração como pessoa física para aqueles que estiverem dentro do limite de isenção também é um tratamento diferenciado em relação aos empresários de forma geral.

“Hoje qualquer empresário tem que apresentar a declaração de Imposto de Renda, também como pessoa física. O empreendedor Individual ficará isento dessa apresentação, apenas pelo fato de ser esse tipo de empreendedor”, disse. Silas alertou, porém, que ele terá que apresentar a declaração, “se a transferência de receita tributável da pessoa jurídica Empreendedor Individual para a pessoa física ultrapassar o limite de isenção, inclusive somando demais rendimentos que possa ter”.

A sua avaliação é de que, pelo próprio perfil desse público, a medida beneficiará a maioria dos empreendedores individuais. “Pelo menos 90% dos casos devem estar na faixa de isenção”, acredita. Para o secretário, a não obrigatoriedade da declaração significa uma exigência a menos e um incentivo a mais à formalização. “Quantas dessas pessoas, hoje, declaram Imposto de Renda? Se estabelecer outra obrigação, ela não se formaliza”, defende.

De acordo com a Lei Complementar 128/08, os escritórios de serviços contábeis integrantes do Simples Nacional e que recolham tributos por meio da tabela 3 do Sistema farão, gratuitamente, a inscrição e a primeira declaração anual de rendimento dos empreendedores individuais.

Conforme o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, a falta de uma definição oficial sobre a declaração de IR por esses empreendedores como pessoa física era uma preocupação da entidade. "Queríamos que isso estivesse escrito, para poder orientar os empreendedores individuais sobre o assunto. A Instrução Normativa da Receita facilitará esse trabalho", explicou.

Governo autoriza Fundo Garantidor para micro e pequenas empresas

Fonte: Agência Sebrae

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou Medida Provisória nº 464, de 9 de junho de 2009, que cria Fundo Garantidor de R$ 4 bilhões para viabilizar e ampliar a concessão de crédito para micro e pequena empresa. O texto da MP foi divulgado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União. A MP libera também R$ 1,95 bilhão para estados e municípios como compensação pela isenção de ICMS das exportações, prevista na Lei Kandir.

A criação do fundo faz parte do rol de medidas que vêm sendo tomadas pelo governo para sustentar a atividade econômica, minimizando assim os impactos da crise financeira internacional sobre os níveis de emprego e renda. A medida reforça a agenda de desenvolvimento nacional com foco no segmento. A avaliação é do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

“Certamente esse novo fundo vai aumentar os resultados no que se refere ao acesso ao crédito, já demonstrados pelo Funproger, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador, o FAT, e do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, este viabilizado com recursos orçamentários do Sebrae”, explicou. O Funproger é o Fundo de Aval para a Geração de Emprego e Renda.

Para o diretor, o problema de acesso ao crédito relacionado à falta de garantias é um fato. E são sempre bem-vindas alternativas que permitam o crédito em prol da competitividade das pequenas empresas fluir sem tantos gargalos. “Nós, do Sebrae, temos destacado sempre que com ou sem crise, o problema é de acesso e não de falta de linhas de financiamento. Os recursos estão disponíveis para empréstimos nos bancos públicos e privados."

Com a medida, a União fica autorizada a participar até o limite de R$ 4 bilhões em fundos que garantam diretamente o risco em operações de crédito aos Empreendedores Individuais, às microempresas e empresas de pequeno e médio porte (nos limites definidos no estatuto dos fundos). Também entram na medida os autônomos, na aquisição de bens de capital, estipulados pelo fundo. O Empreendedor Individual é uma nova figura jurídica criada pela Lei Complementar 128/08 e que entrará em vigor em 1º de julho próximo.

Saiba mais

A garantia indireta do risco de crédito será coberta por fundos ou sociedades de garantia de crédito e pela aquisição de cotas de outros fundos garantidores ou de fundos de investimentos em direitos creditórios.

A integralização de cotas pela União será autorizada por decretos e poderão ser realizadas, a critério do Ministro da Fazenda, de quatro formas: em dinheiro, em títulos públicos, por meio de ações de sociedades que tenham participação minoritária ou por meio de ações de sociedades de economia mistas federais excedentes ao necessário para a manutenção do seu controle acionário.

O fundo será administrado por instituição financeira controlada, direta ou indiretamente pela União. Esses fundos serão privados e terão um patrimônio próprio separado da instituição administradora e, por isso, estarão sujeitos a regras próprias.

Dessa forma, o fundo será formado a partir de integralização de cotas, por comissões, pelo resultado das aplicações financeiras dos seus recursos, pela recuperação de crédito de operações honradas com recursos por ele providos e por outras fontes definidas em estatuto.

Além disso, os fundos deverão receber comissão pecuniária, com a finalidade de remunerar o risco assumido do agente financeiro concedente do crédito, que poderá exigi-la do tomador, a cada operação garantida diretamente, e do fundo ou sociedade de garantia de crédito.

Os limites máximos de garantia prestada pelo fundo não poderão exceder a 80% do valor de cada operação garantida e os limites máximos de cobertura de inadimplência, por agente financeiro, que poderão ser diferenciados por conjuntos de operações de diferentes modalidades de aplicação, portes de empresa e períodos.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Um vídeo da Pixar sobre a importância de aceitar diferenças

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Empresas poderão agendar opção pelo Simples Nacional

Fonte: Agência Sebrae

As micro e pequenas empresas poderão agendar a opção pelo Simples Nacional até dois meses antes da abertura do prazo, que ocorre sempre em janeiro de cada ano. O agendamento já começará em novembro e dezembro de 2009. A informação é do secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. A previsão é que neste mês de julho o Comitê delibere sobre esse assunto.

Na prática, as empresas ganharão três meses para entrar no Simples Nacional. Isso porque, conforme Silas Santiago, os empreendimentos que fizerem o agendamento e não tiverem pendências, a partir de 1º de janeiro estarão automaticamente no Sistema, sem precisar repetir o procedimento. Quem fizer o agendamento, mas tiver pendências, terá todo esse tempo para resolvê-las.

“Como não se pode antecipar o período de opção, porque a lei fixa o prazo em janeiro, optou-se pelo agendamento”, disse Silas Santiago. O objetivo, explicou, é dar mais tempo para que as empresas ou seus contadores resolvam possíveis pendências, além de desafogar as administrações tributárias, não concentrando todo o trabalho nesse mês, “normalmente tumultuado em termos de contabilidade”, lembra o secretário-executivo.

Mais mudança

Essa é uma das mudanças que estão sendo trabalhadas pelo Comitê. Outra diz respeito à informação das adesões. Conforme Silas Santiago, a partir de janeiro de 2010, as empresas que decidirem entrar no Sistema não precisarão mais esperar até fevereiro para saber se a sua opção foi aceita ou não. “Para isso haverá processamentos parciais semanais, todo sábado, para que as empresas que não tiverem pendências ou mesmo que forem resolvendo suas pendências, saibam logo se pedido foi aceito ou não”, explicou.

Obrigações acessórias

De acordo com Silas Santiago, ainda este ano o Comitê também deverá alterar totalmente a Resolução nº 10, que trata de obrigações acessórias, reduzindo a lista dessas obrigações que são exigidas pelas administrações tributárias para o funcionamento das micro e pequenas empresas. A mudança, explicou, terá por base pesquisa sobre essas exigências. O levantamento está sendo feito com apoio da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).

terça-feira, 2 de junho de 2009

Abertas as inscrições para premiar mulheres de negócios

Fonte: Agência Sebrae

Mulheres empreendedoras, empresárias e protagonistas de histórias exemplares são o alvo do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. A premiação está na sexta edição e é uma realização do Sebrae em parceria com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW) e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Interessadas em concorrer ao Prêmio Mulher de Negócios 2009 têm até o dia 14 de agosto para inscrever suas histórias, que devem relatar os sonhos que se transformaram em realidade, após muita garra, trabalho, profissionalismo e determinação. Os empreendimentos relacionados com as histórias mais bem avaliadas deverão apresentar documentos que comprovem sua regularidade fiscal e estatutária durante a etapa em que ocorrerá visita da equipe técnica do Sebrae local.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet nos sites www.sebrae.com.br ou www.mulherdenegocios.sebrae.com.br. Também é possível se inscrever por meio do preenchimento de ficha, que acompanha o regulamento, no anexo I, disponível em todas as unidades estaduais do Sebrae. As inscrições realizadas via internet serão aceitas até às 23h59 do dia 14 de agosto; as inscrições feitas em fichas devem ser postadas nos Correios até o dia 14 de agosto.

“Com essa premiação, pretendemos reconhecer e demonstrar ao público que essas mulheres, por meio da realização de seus sonhos, conseguem gerar emprego e renda e contribuir com 50% da atividade econômica brasileira, segundo a pesquisa GEM”, afirma Maria del Carmen Stepanenko, gestora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios no Sebrae Nacional. A valorização do empreendedorismo feminino é um exemplo para que outras mulheres passem a acreditar em seu próprio potencial, segundo a gestora.

O número de inscrições vem crescendo a cada edição do Prêmio: 700 mulheres inscritas em 2004; 1,4 mil em 2005; 1,7 mil em 2006; 2.187 em 2007; e 2.667 em 2008. A expectativa é de que o total de inscrições aumente em torno de 10% em relação ao ano passado, segundo Maria del Carmen.

O prêmio é divido em duas categorias: 'Pequenos Negócios', para proprietárias de empresas de pequeno porte, estabelecidas formalmente, no mínimo, há um ano; e 'Negócios Coletivos', para integrantes de grupos de produção formal, que podem ser cooperativas e associações de pequenos negócios produtivos, geradores de trabalho e renda, desde que sejam estabelecidos dentro da formalidade há, pelo menos, um ano.

O faturamento anual das empresas das candidatas da primeira categoria não poderá ultrapassar R$ 2,4 milhões, segundo o Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte, mais conhecimento como Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

A restrição na segunda categoria (Negócios Coletivos) é em relação à participação de organizações não-governamentais (ONG), sindicatos, associações filantrópicas e outros, com caráter semelhante, segundo o regulamento da premiação. É vedada a participação de empresas cujas proprietárias ou sócias sejam empregadas ou prestadoras de serviço das entidades promotoras do prêmio.

Etapas e troféus

Três etapas compõem a premiação: estadual, regional e nacional. Na etapa nacional o número de finalistas pode chegar até o máximo de 20: dez histórias, duas de cada uma das cinco regiões do País, uma na categoria 'Pequenos Negócios' e outra em 'Negócios Coletivos', serão consideradas as vice ganhadoras nas suas regiões e receberão troféu bronze.

As dez histórias mais bem avaliadas (duas de cada região), dividas nas duas categorias, serão as vencedoras nas suas regiões e serão agraciadas com troféu prata. Entre as dez ganhadoras regionais, serão escolhidas as duas melhores histórias, sem considerar a região, uma em cada categoria. As duas vencedoras nacionais ganharão o troféu ouro.

As dez ganhadoras regionais também ganharão uma viagem para capacitação em território nacional. Já as duas vencedoras nacionais receberão ainda, como prêmio, uma capacitação em território nacional e uma viagem internacional a um centro de referência em empreendedorismo a ser escolhido pela coordenação do Prêmio Mulher de Negócios.

Comércio oferece 17.272 vagas para o Dia dos Namorados

Fonte: Folha de SP

Três postos de intermediação de mão de obra oferecem 17.272 oportunidades de emprego no comércio em São Paulo. Desse total, há diversas chances temporárias até o Dia dos Namorados (12 de junho), que recruta os profissionais para trabalhos no comércio. Algumas oportunidades para atendentes e vendedores não exigem experiência.

Há chances abertas para todos os níveis, inclusive para candidatos com ensino fundamental incompleto. Quem não tem experiência pode concorrer a cargos como o de auxiliar de serviços gerais e o de atendente de lanchonete. Os salários para as vagas vão de R$ 400 a R$ 3.500.

No Curriculum.com, há 15.514 vagas no comércio no Estado, entre elas, 14.936 são efetivas e 578 são temporárias. A maioria é para vendedores e atendentes de loja. O menor salário é de R$ 400, para o cargo de vendedor, e o maior chega a R$ 3.500, para vendedor técnico industrial.

O CAT (Centro de Apoio ao Trabalho) tem 1.427 oportunidades para balconistas, atendentes e vendedores na capital. Os salários vão de R$ 465 a R$ 900, dependendo do cargo. Os empregos são para diversas funções em lojas de rua, estandes promocionais e shopping centers.

Há vagas que exigem experiência de seis meses e ensino médio completo e também outras que aceitam trabalhadores que ainda não completaram os estudos. Os benefícios trabalhistas oferecidos para esses postos são vale-transporte, vale-refeição e assistência médica.

Segundo o CAT, mais de 80% das ofertas de trabalho no setor comercial disponíveis são para trabalho efetivo.

O PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) tem 331 vagas na Grande São Paulo. Dessas, 187 são oferecidas na capital. As vagas mais procuradas são as de embalador, faxineiro, promotor, vendedor e vigilante. Só na área de vendas, há chances em lojas do varejo e em empresas que atuam no atacado. Além disso, existem 69 oportunidades para vendas em domicílio, na capital.

terça-feira, 26 de maio de 2009

São Caetano oferece curso de capacitação para garçons

Fonte: Jornal Rudge Ramos

Estão abertas as inscrições para o curso de capacitação para garçons e garçonetes oferecido pelo Fundo Social de Solidariedade de São Caetano. O objetivo é formar profissionais para atuar em restaurantes, buffets, bares e empresas da região. O curso tem carga horária de 24h, divididas em duas semanas, e será realizado de 22 de junho a 2 de julho, de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 11h30, no próprio Fundo Social.

"O mercado de trabalho está com uma grande oferta neste segmento. Estar preparado para atender as condições necessárias para esta atividade é essencial. Além de capacitados, os alunos saem com um diploma que garante a qualidade de seus serviços", disse Denise Auricchio, presidente do Fundo Social.

* Serviço: As aulas serão realizadas na Rua Antônio Bento, 140, Bairro Santa Paula. Para participar é necessário ter mais de 18 anos, concluído o ensino fundamental, morar em São Caetano e passar por entrevista com uma assistente social

Ex-dekassegui oferece serviço de limpeza com diferenciais

Fonte: Agência Sebrae

Álvaro Oshiro é um ex-dekassegui. Em 1990, viajou ao Japão para trabalhar na indústria. Atuou em vários setores como de automóveis e de telefonia celular e economizou dinheiro para um dia voltar e investir em sua terra natal. “Aprendi muito no Japão, principalmente sobre os sistemas organizacionais das empresas daquele país”, relata.

Depois de 14 anos no País do Sol Nascente, Oshiro resolveu regressar ao Brasil. Instalou-se em Campo Grande e criou a Maruzen, empresa que presta serviços de limpeza, segundo ele, com diferenciais que atendem às peculiaridades do cliente. O caso de Álvaro Oshiro faz parte do Faça Diferente, série de programas de rádio que o Sebrae produz para emissoras do Brasil inteiro sobre o tema inovação. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira e é transmitido por 850 emissoras. Nesta terça (26), será transmitida a experiência de sucesso do criador da Maruzen.

Álvaro conta que, ao contrário de muitos concorrentes, a Maruzen buscou a modernização na prestação de serviços de limpeza. “Muitos atendem empresas da mesma forma que uma residência”, critica. “Nós utilizamos diversas soluções em equipamentos e produtos, com enfoque nas características de cada cliente. Se o piso dele tem cerâmica ou carpete exigirá soluções específicas”, explica.

Segundo Oshiro sua empresa inova ao prestar um atendimento com diferenciais. Na opinião do empresário, “o mercado muda com extrema velocidade e os clientes se tornam cada vez mais exigentes”.

O proprietário da Maruzen acredita que, além de inovar, capacitar-se representa um aspecto fundamental para quem deseja manter um negócio. Ele revela que investe bastante na formação de seus funcionários.

No que se refere à capacitação, Álvaro Oshiro cita o Sebrae como importante referência. Ele freqüentou diversos cursos e palestras da Instituição, como o ‘Nascer Bem’ e o seminário Empretec, que trabalha os comportamentos empreendedores. “Quem utiliza todos os comportamentos de que o Empretec nos fala se prepara bem para o mercado”, afirma.

Metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Empretec é realizado no Brasil desde 1993 pelo Sebrae. O seminário enfoca características empreendedoras como a capacidade de tomar decisões sob pressão e de correr riscos.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Onze processos seletivos têm 2.393 vagas em São Paulo






















Fonte:
Folha Online

No Estado de São Paulo, 11 concursos públicos oferecem 2.393 vagas para os interessados em entrar no funcionalismo. Os editais estão publicados e nove deles já estão com inscrições abertas. São oportunidades de trabalho para todos os níveis de escolaridade em diversas regiões de São Paulo.

A maior remuneração oferecida é de R$ 18.009,61 para cada uma das 150 vagas de juiz do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

A inscrição custa R$ 200. O concurso terá três fases: prova de seleção, prova escrita e prova oral --todas de caráter eliminatório.

Os Ceeteps (Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza) têm 1.781 vagas. Para auxiliar administrativo, que exige o ensino médio, o salário é de R$ 754.

Para a função de almoxarife, também para candidatos com ensino médio, a remuneração é de R$ 816.

A prefeitura de Jundiaí (60 km da capital) vai contratar 150 agentes de saúde. É necessário ter o ensino fundamental completo. O salário é de R$ 734,85, além de vale transporte e cartão alimentação, para uma jornada de 40 horas. O candidato precisa morar na cidade. As inscrições terminam no dia 26 de maio.

Em Leme (189 km da capital), são 68 vagas. Para quem é alfabetizado, estão abertas vagas para berçarista, vigia e servente de pedreiro. As jornadas são de 40 horas semanais, e a remuneração varia de R$ 218,06 a 265,06, mais cesta básica de R$ 100,01.

O concurso da Prefeitura de Leme oferece também 20 vagas para o cargo de monitor de educação. Para concorrer, é preciso ter o ensino médio completo com o curso de magistério. A remuneração para o cargo é de R$ 427,13.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dekasseguis têm dificuldades de readaptção em seu retorno ao Brasil

Fonte: Agência USP

Para os dekasseguis que vão para Japão na esperança de melhorar suas condições de vida no Brasil, o retorno pode não ser tão fácil. “Há uma série de conflitos, principalmente em relação à sua própria identidade”, descreve a psicóloga Laura Satoe Ueno. Em sua dissertação de mestrado, defendida no Instituto de Psicologia (IP) da USP, ela descreve as experiências de 11 dekasseguis que retornaram ao País e participaram de um workshop do Serviço de Orientação Intercultural do IP, da qual Laura faz parte.

O tempo médio de permanência dos participantes no Japão foi de sete anos. Nos extremos do grupo, um deles permaneceu por um ano, enquanto outro viveu lá durante 15 anos. Todos eram adultos e alguns deles consideravam a possibilidade de retorno ao Oriente, embora essa alternativa fosse carregada de conflitos. Laura realizou uma intervenção breve, no formato de um workshop, o que possibilitou grande participação de todas as pessoas. Entre as atividades, a troca de experiências, ilustrações relacionadas às culturas dos dois países produzidas pelos participantes e a exibição de um documentário sobre o tema. O workshop aconteceu no bairro paulistano da Liberdade, conhecido reduto da colônia oriental na cidade.

Laura conta que o Serviço de Orientação Intercultural do IP já prestava atendimento a outras pessoas nessas condições. “Esse tipo de atendimento dura em média 12 semanas, e o interessado passa pelo serviço uma vez por semana”, conta. No workshop, Laura pôde apresentar aos dekasseguis alguns conceitos teóricos da psicologia. “Eles puderam entender teoricamente o que estava acontecendo com eles. Assim, conseguiram modificar suas representações simbólicas em relação ao que estava lhes acontecendo”, ressalta. Além disso, as outras atividades possibilitaram maior interação entre a psicóloga e os participantes. Formou-se um “grupo de apoio social”.

Decisão repentina
A psicóloga relata que as pessoas têm maior consciência de que é necessário preparar-se para a ida. Mas isso nem sempre ocorre. “Em alguns casos, a decisão chega a ser repentina. Por isso, ao retornarem não há nem mesmo a percepção da mudança implicada no processo”, conta Laura. “Um dos aspectos mais observados foi a decepção destas pessoas em relação a situação política, econômica e social em seu retorno”, destaca. “O workshop foi realizado no ano de 2007 e eles vinham de um país estabilizado, onde os sistemas de serviço público é muito organizado e satisfatório”, lembra. Ao retornarem ao Brasil viviam uma realidade com a qual já não estavam mais acostumados.

Laura conta que muitas destas pessoas estavam desorientadas principalmente em relação à readaptação familiar. Além do mais, segundo ela, não é comum entre famílias de orientais ou descendentes a busca por atendimentos psicológicos. “Nessas culturas, apenas o adoecimento físico é algo permissível. A perda de equilíbrio mental é compreendida como falta de autocontrole, algo que envolve força de vontade da própria pessoa. O adoecimento associado aos distúrbios mentais e desvios de comportamento são problemas que devem permanecer reservados ao âmbito privado da família, sem interferência externa”, explica.

Segundo a pesquisadora, outro fator complicador para os que retornam é o sentimento que há na própria comunidade em relação a eles. “Em alguns casos, as pessoas das comunidades orientais, principalmente as mais tradicionais, não os vê como vencedores. Basta que não consigam o sucesso desejado para serem vistos como fracassados, perdedores. Esse sentimento acaba dificultando ainda mais a readaptação dos dekasseguis no Brasil”, afirma. “Além do mais, nestas comunidades, estas questões sequer são discutidas, mas o sentimento ocorre”, garante Laura.

Outro fator que também dificulta a readaptação são os filhos dos dekasseguis. Muitos nasceram no Japão e estão plenamente acostumados com a cultura de lá. Isso irá refletir no ambiente familiar. “O estudo mostra também o conflito em relação à cultura dos dois países. “Há o conflito entre ser japonês ou brasileiro mesmo antes de a pessoa deixar o Brasil e isso chega a ser algo comum entre os nipo-descendentes que convivem com as duas culturas”, descreve. O estudo Migrantes em trânsito entre Brasil e Japão: uma intervenção psicossocial no retorno, foi orientado pelo professor Geraldo José de Paiva, do Departamento de Psicologia Social do IP da USP.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Confira 1.779 vagas de emprego que sobram nas centrais


Fonte: Folha Online

Ocupações tão diferentes quanto eletricista, açougueiro e motorista guincheiro têm uma coisa em comum: todas demoram muito a ser preenchidas por falta de profissionais qualificados para ocupa-las. Isso quer dizer que quem consegue se qualificar para exercer a função tem mais chances de conseguir uma vaga rapidamente.

Em algumas áreas, como padeiro, açougueiro e carpinteiro, o trabalhador precisa apenas de um curso de qualificação para poder exercê-las, que costumam ter duração de dois a três meses, com carga horária por volta de 200 horas. Outras, como de técnico eletricista ou eletrotécnico, exigem curso técnico, como os que existem no Centro Paula Souza, por exemplo. Neste caso, o investimento em tempo e dedicação é maior. São 1.200 horas de curso, divididas em aulas que se estendem por dois anos.

Para a gerente do setor de monitoramento e avaliação dos CATs (Centro de Apoio ao Trabalhador), da Prefeitura de São Paulo, Daniela Sampaio, a dificuldade das empresas está na impossibilidade de treinar as pessoas antes do início do trabalho. Ela cita como exemplo as profissões de açougueiro e peixeiro. "A função exige um treinamento que a empresa não pode fazer em dois ou três dias. O candidato precisa mesmo já vir sabendo", conta ela. O caso do peixeiro é ainda mais complicado. "Já tivemos que importar peixeiros do Maranhão porque aqui não tinha."

Serviços

Segundo o coordenador do Programa Estadual de Qualificação, Juan Carlos Sanchez, o trabalhador que for escolher um curso de qualificação para fazer agora deve optar por aqueles na área de serviços, como os de telemarketing, de hotelaria e de podólogo.

"São essas as áreas em que a demanda está crescendo cada vez mais nas grandes cidades. Os salários começam baixos, mas, na medida em que o profissional vai ganhando experiência, os ganhos aumentam" diz Sanchez

Entenda

A ADEMP foi fundada em 2008 com o intuito de apoiar o Empreendedorismo através de ações focadas no treinamento e capacitação dos empreendedores da região do Grande ABCD.

ADEMP - Associação de Desenvolvimento Empreendedor

Rua Três Mosqueteiros, 16 - sala 8
Rudge Ramos - São Bernardo do Campo / SP CEP 09619-160

Blog
ademp-empreendedor.blogspot.com
E-mail
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